sábado, 23 de maio de 2009

Leonor Cipriano, desculpe lá o aproveitamento rasteiro das suas provações

Cara Leonor Cipriano, não sei se você é ou não culpada das acusações que foram feitas contra si, mas sei que não teve culpa dos hematomas com que apareceu naquelas fotos que todos conhecemos. Outra coisa que sei é que você não tem nada a ver com os ódios blogosféricos que movem o meu alter ego, e que merece que eu lhe peça desculpas por a ter misturado com uma pequena vendetta pessoal num dos meus momentos de descontrole. Você não tem culpa nenhuma de o meu alter ego ter decidido inventar um movimento pela tortura em Portugal - e também o correspondente movimento anti-tortura em Portugal, de que ele se auto-instituiu líder - a partir do momento em que o Nuno Gouveia deixou de lhe aturar as palhaçadas. E portanto não tem culpa que ele queira usá-la como bandeira de um combate imaginário. Como se você já não tivesse com que se preocupar. Peço-lhe mais uma vez desculpa e agora tenho que sair para tomar os comprimidos.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Olha... agora deu-lhe para a inveja.

De facto o meu alter ego não perde uma ocasião de me envergonhar. Agora deu-lhe para invejar o doutoramento honoris causa do eng. Belmiro de Azevedo. Com franqueza, eu não suei as estopinhas em Oxford para depois fazer esta má figura. Fico mesmo constrangido. Não apenas mostro má índole, como ainda uso argumentos bárbaros, do tipo "separação de águas" entre o mundo académico e empresarial. Se toda a gente sabe que os doutoramentos honoris causa não foi feito para distinguir académicos, mas sim pessoas que se distinguiram noutras actividades. E eu também sei! Façam-me o favor de acreditar nisto: o outro, ali, está apostado em destruir a minha reputação. Mas eu hei-de vencê-lo. Enquanto não consigo controlar-lhe os ímpetos, cá o vou contradizendo e pedindo desculpas aos ofendidos. Caro eng. Belmiro, espero que aceite a expressão do meu sincero arrependimento.

As minhas desculpas ao Daniel Rebelo

O meu alter ego voltou a atacar, e desta vez de uma forma mais insidiosa do que é habitual. Sabendo da minha determinação em não o deixar expandir-se em insultos sem resposta, resolveu elogiar o blogue do Daniel Rebelo, pensando que desta forma me confundiria. Mas se ele acha que eu me fico está muito enganado.

Daniel, desculpa lá eu ter permitido que fosses elogiado na mesma página que insulta soezmente tanta gente. Não deve haver nada pior para a reputação de uma pessoa do que ser tomada por "amiga" do Carlos Santos. Eu sei que tu não mereces isso, mas acredita que nisto tudo o principal prejudicado sou eu. Um abraço do

Santo Carlos.

Siderado

Com a chatice que o meu lado troll esparrama de cada vez que se põe a escrever sobre economia...
Vou por aqui um trecho de uma aula que dei à pouco tempo: É um bocadinho longo mas imagino que gostem.

"Para motivar a ideia de que os resultados podem depender da percepção subjectiva, Keynes (1936) utilizou a metáfora de um concurso de beleza em que o objectivo dos juízes não era decidir quem era a mais bonita, mas descobrir qual a concorrente que receberia a maioria dos votos dos outros juízes.
Problemas económicos normalmente têm dois componentes, uns objectivos, por exemplo, como empresa obtém receita, bem como componentes subjectivos, por exemplo, quanta receita os investidores pensam que vão obter. As duas estão indissoluvelmente ligadas. Por exemplo, se os investidores pensam que uma empresa será bem sucedida investem mais dinheiro, permitindo que empresa para aumente as suas receitas. Geralmente, a percepção subjectiva afecta as decisões de investimento, que por sua vez têm consequências nos resultados objectivos, que por sua vez afectam de novo as percepções subjectivas.
O modelo de Keynes apenas lida com os elementos puramente subjectivos do problema, no sentido de que as escolhas dos juízes, não altera quão bonitas são as participantes.
Agora, imaginemos que de facto as opiniões dos juízes afectem a beleza das candidatas, ou seja, que se verifique aquilo a que Soros (1987) designou por algo que se pode “market reflexivity "
De repente o concurso passa a um simples jogo de sorte e azar, em que a probabilidade de vitória de uma concorrente pode depender do montante apostado nela, onde a percepção subjectiva do juiz e a objectividade dos resultados passa a ser determinante.
Consideremos o jogo da moeda, um jogo simples, mas imaginemos que os resultados são afectados pelo montante apostado em cada um dos resultados possíveis. A análise subjectiva dos resultados pelo apostador leva-o a apenas dois possíveis – ou cara ou coroa – onde o montante a apostar deixa de ser decisivo e os resultados passam a constantes.
Verificamos então que existem situações que dependem de elementos subjectivos. No caso de um cavalo corrida, por exemplo, um jóquei cavalgando um cavalo que é o mais forte candidato à vitória pode ganhar mais dinheiro se, secretamente, apostar num outro que seja o candidato a segundo na corrida e depois intencionalmente, perder a mesma. Ou seja, se o cavaleiro faz batota, à medida que as expectativas sobre o seu cavalo sobem, as probabilidades objectivas de ganhar descem.
Por outro lado, o cenário económico que discutimos acima, se as pessoas preferem estratégias de crescimento, investem em empresas cujo o valor está a subir e consequentemente levam a que esse valor ainda suba mais.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Ajudem-me

Não é que fui dar uma vista de olhos ao estaminé do outro e dou de caras com uma dúzia de posts a vociferar contra os tipos que apoiam o Rangel, logo do Rangel que eu admiro tanto. Até já falámos umas quantas vezes, o gajo está a minha esquerda e o outro faz-me isto...

Estou doente

Um daqueles cabeludos a quem eu agora dou aulas, veio cheio de falinhas mansas dar-me os parabéns pelo blogue do outro. A certa altura pensei que perdia as estribeiras quando se pôs a falar de liberalismo, neoliberalismo... Estes comunas, estes gandulos, só sabem repetir disparates. Falta de paciência!

Um novo começo

O meu nome é Santo Carlos. Sou um jovem cordato, ordeiro, respeitador e amigo do seu amigo. Mas ultimamente começaram a acontecer-me coisas bizarras: pessoas com quem eu me dava bem afastaram-se de mim, pessoas que eu considerava deixaram de me falar, pessoas que eu não conhecia começaram a felicitar-me por coisas que eu não tinha feito.

Fui ao médico e foi aí que tudo se tornou claro: foi-me diagnosticada uma terrível perturbação mental, a dupla personalidade. O problema é que o meu alter-ago tacanho, desbocado e tresleitor assumiu o meu nome verdadeiro e a minha imagem na blogosfera, e anda por aí a envergonhar-me em blogs e caixas de comentários. Decidi por isso abrir este blog para combater a sua presença e para pedir desculpas, as vezes que forem precisas, aos alvos da sua loucura. Acreditem que ele não sou eu, e que me estou a tratar para conseguir controlá-lo. Conto com o apoio e a ajuda de todos. Obrigado.